Terceira edição de feira sobre construção sustentável acontece em junho no interior de São Paulo | Téchne

Agenda

Notícias

Terceira edição de feira sobre construção sustentável acontece em junho no interior de São Paulo

Serão debatidos temas como gestão de resíduos, eficiência energética, bambu como meio construtivo e acessibilidade

Luísa Cortés, do Portal PINIweb
10/Maio/2016

Acontece entre os dias 1º e 4 de junho a terceira edição da Feira Internacional da Construção Sustentável em 2016 (Feconati), na estação Atibaia, a 50 km de São Paulo. Entre os temas que serão apresentados no evento, estão gestão de resíduos, eficiência energética, bambu como meio construtivo e acessibilidade.

Divulgação: Feconati

A feira tem como público alvo construtores, engenheiros e arquitetos, e visa à apresentação de produtos que minimizem os impactos na natureza e contribuam para uma melhora na qualidade de vida. Dessa forma, serão apresentados produtos que economizam energia, materiais alternativos para a construção civil, módulos de captação de água pluvial e soluções na geração de energia renováveis.

Para completar a agenda sustentável, o evento contará com uma palestra do professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Celso Luchezzi, que falará sobre a gestão de resíduos na construção civil e como diminuir custos com a destinação de materiais. “As empresas que trabalharem na questão ambiental podem explorar isso como benefício para o Marketing e para uma certificação LEED e ao trabalharem fazendo sua gestão de resíduos estarão contribuindo para essa certificação”, afirma o professor.

Também haverá uma palestra do Presidente da Associação de Produtores de Bambu (Aprobambu), Guilherme Korte, que tratará do bambu como novo e rentável negócio sustentável. Segundo o ele, há um projeto junto ao Governo de São Paulo que fomenta o plantio de bambu nas margens de rios e lagos, por sua capacidade de recuperar áreas degradadas.

A palestra “Em busca da eficiência energética”, por sua vez, será ministrada por Otávio Simões, e abordará o apelo econômico na busca por novas fontes de energia e a gestão da melhor opção, além das mudanças de processos necessários para a implantação.

“Diferentemente de outros países, onde a questão energética é tratada como um insumo ou investimento, no Brasil ainda estamos com poucos ou quase nenhum incentivo fiscal. O grande incentivo é a manutenção da competividade, onde a redução de custos de consumo, deve ser tratada como um investimento real e definitivo”, afirma Simões.

Destaques da Loja Pini
Aplicativos